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Rede Ambiental
Projeto vai “transportar” pessoas para Amazônia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rede Ambiental   
Qui, 02 de Setembro de 2010 09:33
Projeto vai “transportar” pessoas para Amazônia

Por Redação Instituto Akatu

Artistas organizam exposição e livro para divulgar importância da maior floresta tropical do mundo; iniciativa tem patrocínio do Banco Bradesco e apoio do Instituto Akatu.

A partir do próximo sábado (4/9), estará aberta para visitação gratuita, na galeria de arte “A Hebraica”, em São Paulo, o projeto “Amazônia, Esperança do Planeta”. O evento inclui uma exposição e o lançamento de um livro sobre as características mais marcantes e a importância da região amazônica para a vida no planeta. Tanto a mostra como a publicação têm o mesmo nome do projeto.

A exposição é produzida pelos artistas Sima Woiler, Lílian Arbex e Marco São Pedro. O livro, que apresenta fotografias da floresta de Daniel Patire e algumas das telas que compõem a exposição, tem textos assinados pelo escritor Oscar d’Ambrósio.

O projeto é patrocinado pelo Bradesco, parceiro estratégico do Instituto Akatu, que apóia a iniciativa.

Exposição
Com a reprodução de aromas e sons típicos da Amazônia, a exposição pretende proporcionar aos visitantes a sensação de estarem no meio da floresta. Além disso, uma tela de quatro metros de comprimento e pouco mais de um metro de altura exibe imagens da região.

“Pelo impacto positivo do meio ambiente, pela beleza, dimensão da floresta, biodiversidade, a Amazônia é a esperança do planeta”, afirma Woiler. Junto com Arbex e São Pedro, a artista assina as 31 aquarelas da mostra.

Para produzirem a exposição, os três passaram cinco dias na Amazônia e pesquisaram de dia e de noite, explica Woiler. Segundo a artista, o tempo foi suficiente para concluir a aquarela de quatro metros de comprimento, feita a seis mãos, que terá destaque na exposição. “A ideia é transportar as pessoas à Amazônia”, declara.

Livro
Além dos textos, imagens de telas e fotografias, a publicação traz imagens dos cadernos produzidos pelos artistas durante a viagem à Amazônia.

Para Oscar d’Ambrósio, este foi um trabalho marcante. “Já escrevi bastante sobre arte, mas esse trabalho foi especial por chamar a atenção para a beleza e importância de floresta que precisamos preservar”, afirma o escritor.

Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, assina o texto de apresentação do livro. “O Akatu considera que a Amazônia é um dos temas por excelência para se refletir sobre o consumo consciente, pois, não há outra região do mundo mais emblemática do poder e da beleza da natureza e, ao mesmo tempo, da ameaça que paira sobre ela”.

Segundo Mattar, “os que entrarem em contato com as belas imagens deste livro irão certamente sensibilizar-se com o olhar apaixonado destes artistas sobre esta região magnífica”.

Serviço
Evento: “Amazônia, Esperança do Planeta”
Data: de 4 de setembro a 12 de outubro, a partir das 19h
Lançamento do livro: 12h do dia 4 de setembro
Visitação: Terça a domingo, das 8h às 21h
Local: Galeria de Arte da Hebraica, clube A Hebraica (Rua Hungria nº 1000)
Entrada: Franca
Acesso a deficientes
Tel: (0xx11) 3818-8888

 

 
Brigadistas do Ibama já apagaram 251 focos de incêndio em Mato Grosso PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rede Ambiental   
Qui, 02 de Setembro de 2010 09:30
Brigadistas do Ibama já apagaram 251 focos de incêndio em Mato Grosso

Por Redação Ibama

Cuiabá  - O Ibama, através de seu Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais - Prevfogo, vem trabalhando em 14 municípios de Mato Grosso, onde já realizou, até o início desta semana, 251 combates diretos contra incêndios florestais. Neste ano as operações de fiscalização do fogo já resultaram em 55 Autos de Infração (multas) no valor total de R$5.556.817,00 correspondendo a aproximadamente 6 mil hectares de área queimada.

Atualmente, o Ibama é responsável pelo maior programa nacional de brigadas preventivas e combate aos incêndios florestais do Brasil. São cerca de 80 agentes ambientais federais atuando na fiscalização dos ilícitos ambientais relacionados ao fogo no estado.

Só em Mato Grosso, o programa de brigadas municipais do Ibama envolve nove municípios, que foram escolhidos de acordo com critérios técnicos, como número de focos de calor nos anos anteriores, presença de áreas de vegetação nativa e unidades de conservação. Porém, devido a grave situação de queimadas enfrentadas este ano no estado, as brigadas originalmente previstas dobraram esforços no combate, vindo a atender até áreas não previstas inicialmente.

Neste ano, o esforço de combate se traduziu na contratação de 210 brigadistas, que passaram por treinamento específico para a tarefa. Além dos servidores, as brigadas contam com apoio de 20 viaturas e helicópteros para transporte de brigada e combate aéreo do fogo.

Além dos combates aos incêndios, o Ibama/MT está priorizando a fiscalização de queimadas no estado todo, para fazer frente à disparada dos focos de calor e dar responsabilização aos infratores.

Tanto os combates aos incêndios como as atividades de fiscalização continuam, tendo como meta, a responsabilização ao maior número de infratores ambientais responsáveis pelas queimadas.

 


(Envolverde/Ibama)

 

 
Imazon: Foram desmatados 155 km2 na Amazônia Legal em julho de 2010 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rede Ambiental   
Qui, 02 de Setembro de 2010 09:27
Imazon: Foram desmatados 155 km2 na Amazônia Legal em julho de 2010

Por Redação Amazônia.org.br

Em julho de 2010 foram desmatados 155 quilômetros quadrados na Amazônia Legal, conforme dados do Instituto do Homem e do Meio Ambiente (Imazon), que realiza o monitoramento das áreas desmatadas e de degradação florestal por meio do satélite SAD.  O desmatamento total representou uma redução de 71% em relação a julho de 2009, quando o desmatamento somou 532 quilômetros quadrados.

A maioria (51%) do desmatamento ocorreu no Pará, seguido por Mato Grosso (23%), Rondônia (9%), Amazonas (8%), Acre (8%), e Tocantins (1%).  Em julho de 2010, foi possível monitorar 79% da área com cobertura florestal na Amazônia Legal.

Em relação à degradação florestal, ou seja, florestas que sofreram intensa exploração madeireira e/ou que sofreram fogo florestal, o SAD registrou 159 quilômetros quadrados em julho de 2010.  Desse total, 57% ocorreu no Pará, 32% no Mato Grosso, 5% em Rondônia, 3% no Acre, e 3% no Amazonas.

No mês de julho de 2010, a maioria (67%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse.  O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos de Reforma Agrária (20%), seguido de Unidades de Conservação (9%) e Terras Indígenas (4%).  Os Assentamentos mais afetados pelo desmatamento foram Jacaré-Açú (Novo Repartimento; Pará), Rio Juma (Apuí; Amazonas), e Campos de Pilar (Aveiro; Pará).

Desmatamento Acumulado

O mês de julho encerra o calendário do desmatamento da Amazônia, que tem inicio em agosto.  No acumulado do ano (de agosto de 2009 a julho de 2010), o desmatamento atingiu 1.188 quilômetros quadrados.  Em comparação com o período anterior (agosto 2008 a julho 2009) quando o desmatamento somou 1.766 quilômetros quadrados, houve redução de 16%.

A queda do desmatamento do Tocantins foi a mais significativa, com -91%, seguido por Roraima (-36%), Pará (- 27%), e Mato Grosso (-21%).  Por outro lado, houve aumento no Acre (+93%), Rondônia (+36%) e no Amazonas (+23).

O Estado do Pará continua na liderança do ranking com 51% do total desmatado registrado no período.  Em seguida aparece Mato Grosso com 23% e Rondônia com 9%.  O documento destaca o aumento dos índices no Amazonas e no Acre, que na composição total do desmatamento da Amazônia legal tiveram 8% cada.  Tocantins participa com 1%.

O desmatamento acumulado no período de agosto de 2009 a julho de 2010 resultou no comprometimento de 95,6 milhões de toneladas de C02 equivalentes, as quais estão sujeitas a emissões diretas e futuras por eventos de queimadas e decomposição.  Isso representa uma redução de 20% em relação ao período anterior (agosto de 2008 a julho de 2009) quando o carbono florestal afetado pelo desmatamento foi cerca de 121 milhões de toneladas de C02 equivalente.

Confira todos os dados do Boletim Transparência Florestal de Julho de 2010

 


(Envolverde/Amazônia.org.br)

 

 
IBGE: 15% da floresta amazônica já foi desmatada PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rede Ambiental   
Qui, 02 de Setembro de 2010 09:29
IBGE: 15% da floresta amazônica já foi desmatada

Por Redação Amazônia.org.br

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS) do Brasil no ano de 2010.  Segundo a publicação, o desmatamento total da floresta amazônica já atingiu 14,6%.  "A área total desflorestada da Amazônia, que até 1991 era de 8,4% (426.400 km²), chegou a 14,6% (739.928 km²) em 2009".

A situação mais crítica é do bioma Mata Atlântica, com 133 km2 de área remanescente, menos de 10% da área original.  O cerrado também sofre com desmatamento, e perdeu praticamente a metade de sua cobertura florestal.

O IDS também indica que o desmatamento e queimadas contribuíram com 57% das emissões brasileiras de gases de efeito estufa.  No período de 2000 a 2005, o Brasil emitiu um total de 2,2 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

Apesar de alguns dados alarmantes, o IDS mostra também avanços na área ambiental.  Segundo o IBGE, o Brasil destina hoje 750 mil km2 a Unidades de Conservação (UC) federal, o que representa 9% do território brasileiro.  Entre os biomas brasileiros, a Amazônia é a mais protegida, já que áreas protegidas representam 17% da região.

Os indicadores de dimensão social também mostram melhora.  Segundo o IBGE, caiu a mortalidade infantil e o número de internações por doenças ligadas ao saneamento ambiental inadequado, e aumentou a expectativa de vida do brasileiro.

Mas desigualdades persistem no Brasil.  O índice de Gini, que mede a desigualdade de renda, está em 0,531 (ano de 2008).  Quanto mais próximo de zero, menor a desigualdade.  Outro dado alarmante é que 43% dos domicílios brasileiros não são adequados para moradia.

 


(Envolverde/Amazônia.org.br)
 
Por Paulenir Constâncio, do MMA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rede Ambiental   
Qui, 02 de Setembro de 2010 09:23
Desmatamento cai 48%

Por Paulenir Constâncio, do MMA

Brasília - Uma nova queda do desmatamento em julho, registrada pelo Deter (Sistema de Detecção em Tempo Real) e divulgada pelo Inpe em meio à onda de incêndios pelo país, pode indicar não haver mais uma relação tão forte entre queimadas e desmatamento na Amazônia. A avaliação foi feita nesta terça-feira (31/8) pela ministra Izabella Teixeira em entrevista coletiva no Ministério do Meio Ambiente. Os novos números relativos a junho de 2009 e julho de 2010, se comparados ao mesmo período 2007/2008, apontam uma queda de 48%, “a menor das menores”, segundo a ministra (apresentação dos dados no link abaixo).

Desta vez os resultados estão bem mais próximos de refletir a realidade. A cobertura de nuvens chegou a 29%, mas foi detectada fora das áreas críticas, onde vêm ocorrendo os maiores focos de desmatamento há vários anos. Foi desmatada uma área total de 485 Km2, dos quais mais da metade no estado do Pará, que perdeu 237 Km2 de sua cobertura vegetal. Comparado com o igual período anterior, a área desmatada caiu de 4,4 mil hectares para 2,3 mil.

A expectativa da ministra é que os dados divulgados, que já confirmam a forte tendência de queda, devam ser confirmados pelo Prodes. Nesse sistema de monitoramento aparecem áreas menores, de até 2,5 hectares, que são consolidados, dando um quadro mais fiel do desmatamento. O Deter foi aprimorado com a entrada em operação de imagens de um novo satélite, que não depende da cobertura de nuvens para detectar focos de incêndio. Mas tem limitações, por ser destinado a direcionar as ações de controle do desmatamento e não captar áreas menores.

O governo tem razões de sobra para comemorar as sucessivas quedas. Até mesmo nas regiões de Novo Progresso, em 80%, e na Flona Jamanxim, com queda de 93%. O resultado é atribuído ao sucesso das operações Boi Pirata 1 e 2, que retirou mais de três mil cabeças de gado que eram criadas em área da reserva e ao combate à extração de madeira na área. O que ainda preocupa são as margens das rodovias que estão em fase de pavimentação. Enquanto o desmatamento cai em vários estados, apresenta tendência de alta no Amazonas. Agora o desmatamento cresceu em Apuí, município às margens da BR319, que liga Porto Velho a Manaus.

 


(Envolverde/MMA)

 

 
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