Transmissão em Ondas e Banda de Comunicação Inteligente - A RÁDIO ECOS DA AMAZÔNIA REPÓRTER BREVE EM ONDAS CURTAS DRM

Link: Rádio Escuta  - Rádio Ecos da Amazônia Repórter trabalhando pelo livre direito a informação  Contato | Wi Fi | Onda Curta DRM | Artesão Imposto  FM 101,9  Ambiental Testemunha do Clima

 

 

G1

G1

Fale Conosco

Fundação Floresta em Perigo
contatos:  
diretoria@redeambiental.org.br
Rua Vemberé No. 2603 Setor 04 
Parque Botânico  Cx. Postal 139 Cep 76.873-439
Fones: (0xx69) 3535 5322 - 3536 1124 Celular: 0xx69-9970-2253
Ariquemes - Rondônia - Brasil

Rede Ambiental
ONG indica que Amazônia perdeu 49 mil quilômetros quadrados de áreas protegidas em um ano PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rede Ambiental   
Sáb, 28 de Agosto de 2010 08:45
ONG indica que Amazônia perdeu 49 mil quilômetros quadrados de áreas protegidas em um ano

Por Luana Lourenço , da Agência Brasil

Brasília – A Amazônia perdeu pelo menos 49 mil quilômetros quadrados (km2) de áreas protegidas por causa da extinção e redução de unidades de conservação (UCs) e terras indígenas entre 2008 e 2009. A área equivale aos estados de Alagoas e Sergipe juntos. Os números são de levantamento da organização não governamental (ONG) do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgado hoje (23).

Entre novembro de 2008 e novembro de 2009, a ONG identificou e avaliou 37 tentativas formais de alteração de 48 áreas protegidas na Amazônia. Entre as medidas, estavam projetos legislativos sugerindo redução ou extinção das reservas, ações judiciais, decretos, portarias e propostas de zoneamento econômico-ecológico.

Até julho de 2010, segundo o Imazon, 93% das iniciativas que foram concluídas resultaram na perda de 49.506 km² de áreas protegidas. Na grande maioria dos casos, a supressão se deu em áreas estaduais. O relatório do Imazon cita, por exemplo, a redução de UCs para implantação de projetos de infraestrutura – estradas e pequenas centrais hidrelétricas – em Rondônia e Mato Grosso.

A redução de unidades de conservação de responsabilidade federal também entrou na conta. Um dos casos é a Floresta Nacional de Roraima, reduzida por decreto legislativo. O outro é o da Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia, próxima às usinas do Rio Madeira. Após um impasse para liberação de uma licença estadual para a obra da Usina de Jirau, um acordo entre o Ministério do Meio Ambiente e o governo do estado resultou na cessão de parte da Floresta Nacional (Flona) para a regularização de um assentamento.

Além dos quase 50 mil km² que perderam status de áreas protegidas, mais 86,5 mil km² correm o mesmo risco, segundo o Imazon. As áreas são alvos de 13 projetos legislativos e ações judiciais ainda em tramitação.

Os pesquisadores sugerem o fortalecimento da fiscalização, a consolidação das áreas protegidas e mais rigor na análise das propostas de alteração de UCs como medidas para evitar novas supressões ou reduções de reservas.

Edição: Lana Cristina

 


(Envolverde/Agência Brasil)
 
Amazônia perde 29 áreas protegidas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rede Ambiental   
Sáb, 28 de Agosto de 2010 08:44
Amazônia perde 29 áreas protegidas

Por Redação Amazônia.org.br

Por pressão de madeireiros, fazendeiros, mineradores ou do próprio governo, 29 áreas protegidas na Amazônia foram reduzidas ou extintas entre 2008 e 2009. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

O total de florestas perdidas no processo foi de 49 mil km2, quase um Rio Grande do Norte. As reduções ocorreram sem consultas públicas ou estudos técnicos, como manda a lei.

Os dados são de um estudo inédito do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), a ser publicado amanhã (23). Os pesquisadores Elis Araújo e Paulo Barreto levantaram 37 iniciativas entre novembro de 2008 a novembro de 2009 para reduzir 48 unidades de conservação ou terras indígenas na Amazônia.

Até julho deste ano, 23 propostas haviam sido concluídas - 93% delas resultaram em perda de área na unidade de conservação. O Estado de Rondônia, o mais desmatado da Amazônia, é o campeão: reduziu duas unidades de conservação estaduais e extinguiu dez, além de ter negociado com o governo a redução da Floresta Nacional Bom Futuro, unidade federal.

 


(Envolverde/Amazônia.org.br)

 

 
Para avaliar impacto do fogo na vegetação da Amazônia, cientistas queimarão 100 hectares de floresta no Mato Grosso PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rede Ambiental   
Sáb, 21 de Agosto de 2010 11:00
Para avaliar impacto do fogo na vegetação da Amazônia, cientistas queimarão 100 hectares de floresta no Mato Grosso

Por Redação Conservação Internacional

Os impactos causados pelo fogo na vegetação da Amazônia são pouco conhecidos, apesar de previsões sugerirem que os incêndios florestais se tornarão ainda mais frequentes e mais intensos no futuro. Para conhecer melhor os reais impactos do fogo sobre a floresta, cientistas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e Woods Hole Research Center (WHRC) desenvolvem desde 2004 no Mato Grosso o projeto Savanização.

Trata-se do maior experimento com fogo controlado em áreas tropicais do mundo. Nesse projeto, os pesquisadores querem saber qual a intensidade e a frequência de incêndios que poderiam causar transformações irreversíveis em florestas da Amazônia. Como parte do experimento, os cientistas ligados ao projeto farão nos dias 19 e 20 de agosto a última etapa de uma queima controlada em uma área de 100 hectares de floresta na transição Cerrado-Amazônia, no município de Querência, no nordeste do estado.

 


(Envolverde/Conservação Internacional)
 
Novo site mostra hidroelétricas e seus impactos na Amazônia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rede Ambiental   
Sáb, 21 de Agosto de 2010 11:02
Novo site mostra hidroelétricas e seus impactos na Amazônia

Por Fernanda B Muller, da Carbono Brasil

Uma nova base dados online mapeia mais de 140 usinas hidroelétricas construídas ou planejadas na Bacia Amazônica, demonstrando os prováveis impactos destes projetos às comunidades e ao meio ambiente.
 
O site foi desenvolvido pela fundação argentina PROTEGER e pelo grupo de ativistas International Rivers com informações do governo e das empresas e permite que o usuário identifique fatores econômicos e técnicos de cada projeto selecionando por país, Bacia, capacidade da usina e status.

 


(Envolverde/CarbonoBrasil)
 
Inscrições ao edital do Programa de Incentivo às Reservas Particulares vão até o dia 31 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rede Ambiental   
Sáb, 21 de Agosto de 2010 10:57
Inscrições ao edital do Programa de Incentivo às Reservas Particulares vão até o dia 31

Por Alana Gandra, da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Proprietários de terras e organizações não governamentais (ONGs) podem se inscrever até o próximo dia 31 para concorrer ao 9º Edital de Projetos do Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural da Mata Atlântica (RPPNs).

Coordenado pelas ONGs Conservação Internacional, Fundação SOS Mata Atlântica e The Nature Conservancy, o programa vai destinar R$ 350 mil para projetos de criação de RPPNs e para a elaboração de planos de manejo. O apoio será de até R$ 10 mil para cada reserva criada e de até R$ 30 mil por proposta de plano de manejo.

No último edital, realizado no ano passado, o programa recebeu 90 propostas, sendo que 30 foram aprovadas e receberam recursos no valor total de R$ 300 mil. Criado em 2003, o programa colaborou para a criação de 381 RPPNs e 78 projetos ligados à gestão dessas unidades ambientais, resultando na proteção de 43 mil hectares do bioma brasileiro.

“O Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica foi lançado com o objetivo de fortalecer o sistema nacional de unidades de conservação, apoiando os proprietários que têm a iniciativa de colaborar com a conservação do bioma", disse a coordenadora do programa, Mariana Machado.

Levantamento feito com base em pesquisas sobre 127 unidades desse tipo mostra  que as RPPNs  têm uma contribuição importante para a preservação de espécies da Mata Atlântica. As áreas detêm pelo menos 3 mil espécies de plantas e animais, além de 24% da fauna e 13% da flora brasileira ameaçadas de extinção.

“As RPPNs têm um papel importante. O estudo mostra que elas são parte integrante de diversas estratégias para a conservação da biodiversidade. Estão localizadas, por exemplo, no entorno de unidades de conservação, como parques e reservas públicos. Então, elas ajudam a formar zonas de amortecimento e a interligar essas áreas, formando corredores ecológicos”, afirmou Mariana.

Algumas RPPNs formam os corredores de biodiversidade que favorecem a elaboração de políticas públicas e ações de conservação. “Elas têm esse papel de somar esforços. Iniciativa privada somando esforços  ao Poder Público para a conservação do nosso patrimônio natural”, acrescentou a coordenadora.

Além das condições biológicas apresentadas pela área candidata a se transformar em uma RPPN, o programa avalia outros critérios na seleção dos projetos vencedores, como a contribuição para a conservação da biodiversidade, a presença de recursos hídricos e de espécies raras ou ameaçadas de extinção, a relevância da área no contexto regional, a proximidade com outra unidade de conservação.

No edital deste ano, foi inserido também o critério da fisionomia vegetal. “Porque o bioma Mata Atlântica tem diversos ecossistemas associados. E esses tipos de vegetação não estão todos bem representados na nossa rede de unidades de conservação. Então, esse também vai ser um critério na seleção e avaliação das propostas para esse edital, de forma que todos os tipos de ecossistemas sejam contemplados”. 

A divulgação dos ganhadores será feita no fim de outubro, dando início à execução dos projetos, que terão um ano para a realização das atividades. Maiores informações podem ser obtidas no e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .

De acordo com o Cadastro Nacional de RPPNs, o Brasil tem 930 reservas particulares, totalizando área de 670 mil hectares, que envolve todos os biomas (Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Amazônia, Pantanal). Desse total, 67%, ou o equivalente a mais de 600 reservas, são de Mata Atlântica e ajudam na proteção de 130 mil hectares.

Edição: Graça Adjuto//Matéria alterada para correção de data no título.

 


(Envolverde/Agência Brasil)

 

 
« InícioAnterior12345678910PróximoFim »

Página 4 de 39