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MMA divulga dados sobre desmatamento na Amazônia e no Pampa |
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Escrito por Rede Ambiental
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Qui, 22 de Julho de 2010 10:58 |
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MMA divulga dados sobre desmatamento na Amazônia e no Pampa Por Redação MMA
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, comenta os dados do monitoramento do desmatamento nos biomas Amazônia e Pampa, em entrevista coletiva nesta quinta-feira, 22 de julho.
As informações sobre a Amazônia são do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe) e coletadas entre agosto de 2009 e maio de 2010. Já os dados sobre o Pampa, divulgados pela primeira vez, foram elaborados pelo Centro de Monitoramento Ambiental do Ibama - sob coordenação da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do MMA -, e são relativos ao período de 2002 a 2008. O levantamento será fundamental para orientar a elaboração dos futuros planos de controle do desmatamento no bioma.
Izabella Teixeira também vai comentar os principais pontos que serão debatidos durante a quarta reunião do Basic (grupo formado por Brasil, África do Sul, Índia e China), que será realizada no Rio de Janeiro de 23 a 26 de julho. O grupo vai discutir assuntos de interesse comum sobre mudanças climáticas.
Quando: quinta-feira, 22 de julho, às 15h
Onde: Sala Multimídia, 5º andar, Ministério do Meio Ambiente, Bloco B, Esplanada dos Ministérios, Brasília-DF (Envolverde/MMA) |
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Serra elege a Amazônia como prioridade e define planos para a região |
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Escrito por Rede Ambiental
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Qui, 22 de Julho de 2010 10:54 |
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Serra elege a Amazônia como prioridade e define planos para a região Por Renata Giraldi, da Agência Brasil
O candidato à Presidência da República pela coligação O Brasil Pode Mais, formada pelo PSDB, DEM, PPS, PTB e PtdoB, José Serra, quer preparar a Região Amazônica para a Copa do Mundo de Futebol de 2014. A ideia, segundo ele, é criar um conselho de desenvolvimento, ligado diretamente à Presidência da República, e a partir daí estimular uma série de ações na região.
Serra defende os investimentos em biotecnologia e na criação de um polo complementar de produção, na Zona Franca de Manaus. Paralelamente, o candidato pretende fortalecer a segurança e a vigilância nas áreas fronteiriças e buscar a modernização dos portos e do transporte hidroviário. A Amazônia foi eleita por ele como o tema desta segunda-feira (19), segundo o site do candidato e confirmado pela assessoria de imprensa.
O dia hoje de Serra é dedicado a Minas Gerais. A agenda começa na capital, Belo Horizonte, onde participa da inauguração do comitê de campanha, depois segue para Divinópolis a fim de se reunir com prefeitos e lideranças regionais, no Clube Estrela do Oeste. O principal apoio político do candidato no estado é o ex-governador Aécio Neves (PSDB) que disputa uma vaga para o Senado.
Aécio deixou o governo de Minas Gerais com um elevado índice de popularidade. Internamente, no PSDB, ele tentou obter apoio para ser indicado o candidato à Presidência da República. Porém, a indicação final acabou ficando com Serra.
Ao mencionar a Amazônia como um das prioridades que terá, caso seja eleito, Serra estuda a possibilidade de enviar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) ao Congresso para que a Zona Franca de Manaus se torne permanente, sem a necessidade de renovação periódica como ocorre hoje. A Zona Franca é responsável pela geração de cerca de 150 mil empregos.
Recentemente, Serra esteve no interior do Amazonas. No site do candidato, ele se disse impressionado com a riqueza cultural da região e afirmou ter assumido o compromisso de criar a Arena de Parintins, área que se destinará a espetáculos dos bois, mas com espaço para um museu e um shopping cultural.
Edição: Aécio Amado (Envolverde/Agência Brasil) |
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Diálogos Capitais: O Brasil e a Energia do amanhã |
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Escrito por Rede Ambiental
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Qui, 22 de Julho de 2010 10:56 |
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Diálogos Capitais: O Brasil e a Energia do amanhã
A Envolverde e a revista Carta Capital estão promovendo um debate sobre as necessidades de energia do Brasil para manter um processo de desenvolvimento inclusivo e sustentável e quais as formas de energia que o País tem á disposição. Vamos reunir empresários, executivos de grandes empresas do setor, acadêmicos e especialistas para um diálogo franco e capaz de lançar uma luz sobre os desafios energéticos do Brasil agora e nos próximos anos.
O evento acontecerá dia 6 de agosto, em São Paulo. A entrada é franca, mas as vagas são limitadas. Mais informações e inscrições no site: http://www.confirmersvp.com.br/energiadoamanha/
Programação
Das 8:30 às 9 horas
Credenciamento e welcome coffee Das 9 às 9:45 horas
Palestra: As Tendências dos Biocombustíveis no Brasil
Conferencista: Marcos Jank, presidente da Única – União da Indústria da Cana-de-açúcar Das 9:45 às 11:15 horas Mesa I
Projetos e atos das empresas de energia e o papel do financiamento público.
Wilson Ferreira, presidente da CPFL, Maria das Graças Silva Foster, diretora de Gás e Energia da Petrobras e Wagner Bittencourt, diretor de Infraestrutura do BNDES.
Mediador: Dal Marcondes, diretor da revista Envolverde. Das 11:15 às 11:30 horas Coffee Break Das 11:30 às 12:45 horas Mesa II
As expectativas de especialistas sobre a energia dos próximos anos.
Antonio Nobre, especialista em clima e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Ladislau Dowbor, professor de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Energias Renováveis do Greenpeace.
Mediador: Ricardo Young, conselheiro do Instituto Akatu e do WWF.
13:00 horas Encerramento (Agência Envolverde) |
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Escrito por Rede Ambiental
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Qui, 22 de Julho de 2010 10:53 |
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Um passo de cada vez Por Redação do Greenpeace
Frigoríficos afirmam ter parado de comprar gado de terras indígenas e unidades de conservação, um ano após o lançamento do relatório do Greenpeace sobre pecuária na Amazônia.
Os três maiores frigoríficos do Brasil – JBS/Bertin, Marfrig e Minerva – anunciaram na última semana que deixaram de comprar gado de 221 fazendas localizadas dentro de terras indígenas, unidades de conservação ou próximas a áreas recém-desmatadas na Amazônia. Outras 1.787 propriedades, num raio de até 10 quilômetros de novos desmatamentos, unidades de conservação e terras indígenas, passam por averiguação. As empresas declararam também ter o ponto georreferenciado de mais de 12.500 fazendas, número que, segundo elas, representa 100% da cadeia de fornecedores diretos da região.
"A apresentação desses números é uma clara e bem-vinda sinalização de que o setor está de olho nas novas exigências do consumidor preocupado com o meio ambiente em todo o mundo. As empresas precisam agora ampliar e consolidar esse trabalho, realizando auditorias nos processos, garantindo transparência e confiabilidade aos dados e convencendo seus fornecedores a disponibilizarem mapas com os limites georreferenciados das propriedades", afirma Paulo Adario, diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace.
Os resultados entregues, nove meses após a assinatura de acordo entre os frigoríficos e o Greenpeace (assinado em outubro do ano passado), correspondem à primeira etapa do compromisso assumido pelas empresas-líderes do setor da pecuária com desmatamento zero na Amazônia: cadastrar e mapear todas as fazendas de seus fornecedores diretos, para não comprarem mais gado proveniente de áreas recém-desmatadas na região, de terras indígenas e áreas protegidas.
O monitoramento dessa cadeia produtiva é essencial para que clientes e consumidores de produtos bovinos não contribuam indiretamente para a destruição da maior floresta tropical do mundo. No entanto, para que esse processo ocorra de forma eficaz e transparente, é indispensável a realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) das propriedades, ferramenta que possibilita monitorar por satélite e identificar com segurança todos os fornecedores – tanto os que produzem sem desmatar quanto os que desmataram a floresta após outubro de 2009.
No Mato Grosso, detentor do maior rebanho do país, menos de 5% das fazendas estão cadastrados no sistema de licenciamento ambiental do governo do estado. A exigência do cadastro é lei e tem prazo para ser cumprida: novembro deste ano. No Pará, o número de fazendas registradas junto ao CAR – Cadastro Ambiental Rural – saltou, em menos de um ano, de cerca de 300 para 19 mil propriedades inscritas, devido às pressões exercidas por consumidores e pela atuação do Ministério Público Federal, que moveu ações obrigando parte da cadeia a realizar o cadastramento. Porém, esse número ainda representa apenas 9% do total de propriedades do Estado.
"As pressões dos frigoríficos são fundamentais para promover o cadastramento das fazendas nos Estados. Também vamos cobrar daqueles que ainda não assumiram nenhum compromisso com a floresta. Os consumidores precisam saber quem ainda não está se mexendo para tirar o desmatamento de seu negócio", afirma Adário.
Os três frigoríficos responderam, em 2009, por 36% do abate feito na Amazônia Legal. O restante vem de pequenos, médios e grandes frigoríficos que até agora não assumiram compromisso com o desmatamento zero e vendem seus produtos para os consumidores, por meio de supermercados que ainda não limparam suas prateleiras de passivos ambientais e sociais.
FOTO
Legenda: Gado em fazenda no Mato Grosso
Crédito: Greenpeace/Lineair/Ricardo Funari (Envolverde/Greenpeace)
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